<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Memorial dos Direitos Humanos</title>
	<atom:link href="http://memorialdh.sites.ufsc.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://memorialdh.sites.ufsc.br</link>
	<description>Notícias e Artigos</description>
	<lastBuildDate>Tue, 14 Jun 2016 18:17:28 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
		<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
		<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=4.0</generator>
	<item>
		<title>Ativistas alertam que homofobia de massacre em Orlando não pode ser ignorada</title>
		<link>http://memorialdh.sites.ufsc.br/ativistas-alertam-que-homofobia-de-massacre-em-orlando-nao-pode-ser-ignorada/</link>
		<comments>http://memorialdh.sites.ufsc.br/ativistas-alertam-que-homofobia-de-massacre-em-orlando-nao-pode-ser-ignorada/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 Jun 2016 18:17:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://memorialdh.sites.ufsc.br/?p=2300</guid>
		<description><![CDATA[<p>&#160; &#160; Em meio ao clima de solidariedade e tristeza pelas vítimas do massacre que deixou 49 vítimas em uma boate gay nos Estados Unidos, ativistas do movimento LGBT no Brasil destacam que não se pode apagar do ataque a sua motivação homofóbica. Na madrugada de domingo (12), um atirador disparou com um rifle contra frequentadores da boate Pulse, na Flórida, e, além dos mortos, feriu 53 pessoas. A casa era voltada ao público LGBT e tinha cerca de 300 pessoas no momento do ataque. O atirador foi morto pela polícia, totalizando 50 mortos. Para o ativista Beto de Jesus, representante na América Latina da Associação Internacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais,Transexuais e Intersexuais (Ilga), a situação não era inesperada, já há um discurso recorrente de ódio aos LGBTs que circula nos Estados Unidos, no Brasil e em outras partes do mundo. Para ele, não se pode encarar o ato apenas como terrorista e se deve discutir os elementos que levaram a um ataque de ódio. &#8220;É muito fácil justificar como terrorismo, e isso leva à cultura do medo, à cultura da violência. Esse evento demonstra claramente uma situação de uma violência homofóbica extrema de uma pessoa que, por algum motivo ou com alguns motivos, desenvolveu esse ódio, desenvolveu essa necessidade de querer matar pessoas que se mostram diferentes dela&#8221;, analisa Beto, que pondera que isso não significa ignorar o extremismo de grupos terroristas como o Estado Islâmico, cuja possível influência no episódio está sendo investigada. Para Beto de Jesus, é preciso criar e fortalecer instrumentos da sociedade para combater o discurso de ódio, como por exemplo a educação. &#8220;Tem uma questão que é muito séria: ninguém nasce homofóbico, ninguém nasce racista e ninguém nasce misógino. A gente aprende a ser e aprende em espaços que não deveriam ensinar isso. Se as escolas fossem espaços de respeito à diversidade em que você pudesse discutir de forma aberta as questões, você não teria ou teria de uma forma muito menor situações como essa, porque o entendimento das diferenças seria algo muito mais fácil&#8221;, defende ele, que criticou o movimento político no Brasil que tem retirado dos planos municipais de educação a discussão sobre diversidade de gênero. &#8220;Quando a gente tem um discurso de ódio e cria dispositivos que retiram as possibilidades de discussão desses temas, a gente vai gerando a cultura e esse discurso de ódio, de não aceitação do que é diferente da gente&#8221;. Coordenador do programa Rio Sem Homofobia, da Secretaria de Estado de Direitos Humanos e Assistência Social do Rio de Janeiro, Cláudio Nascimento concorda que o debate sobre diversidade nas escolas pode ser uma das ferramentas para combater o discurso de ódio. Cláudio lembrou que o Brasil é um país que registra grande violência contra a população LGBT e pediu que o governo federal incentive a ação de todos os estados contra esse problema. &#8220;É necessário que o governo federal aponte para os estados um plano nacional de enfrentamento da discriminação contra LGBT&#8221;, disse ele, que defende a [&#8230;]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://memorialdh.sites.ufsc.br/ativistas-alertam-que-homofobia-de-massacre-em-orlando-nao-pode-ser-ignorada/">Ativistas alertam que homofobia de massacre em Orlando não pode ser ignorada</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="http://memorialdh.sites.ufsc.br">Memorial dos Direitos Humanos</a>.</p>
]]></description>
		<wfw:commentRss>http://memorialdh.sites.ufsc.br/ativistas-alertam-que-homofobia-de-massacre-em-orlando-nao-pode-ser-ignorada/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Educação é a chave para combate à cultura do estupro, diz feminista</title>
		<link>http://memorialdh.sites.ufsc.br/educacao-e-a-chave-para-combate-a-cultura-do-estupro-diz-feminista/</link>
		<comments>http://memorialdh.sites.ufsc.br/educacao-e-a-chave-para-combate-a-cultura-do-estupro-diz-feminista/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 08 Jun 2016 17:34:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://memorialdh.sites.ufsc.br/?p=2297</guid>
		<description><![CDATA[<p>&#160; Milhares de mulheres e homens foram às ruas no Brasil na última semana motivados pelo caso do estupro coletivo de uma adolescente de 16 anos no Rio de Janeiro, que chocou o país e ganhou destaque internacional nos noticiários e nas redes sociais. Grupos se manifestaram pelo fim da violência sexual e contra o machismo na Esplanada dos Ministérios e no Congresso Nacional, em Brasília, no centro do Rio de Janeiro e na Avenida Paulista, em São Paulo, entre outras capitais. O termo cultura do estupro ganhou as ruas e as redes. Na avaliação de Luíse Bello, feminista da organização não governamental Think Olga,  a cultura do estupro “normaliza a ideia de que o corpo feminino está ali para ser violado” e tem sido discutida no Brasil como nunca antes. Para Luíse, o combate a esse tipo de crime passa necessariamente pela educação e pelo entendimento do que significa consentir.  “É o entendimento sobre o que é consentimento, o que é limite, o que é respeito. As pessoas precisam de uma educação sexual adequada, que ensine a respeitar completamente as outras pessoas e que não exista essa diferença de poder em que um acredita que pode dominar o outro.” Histórico No dia 30 de maio, a Polícia Civil do Rio de Janeiro confirmou o estupro coletivo, com base nas cenas de um vídeo divulgado na internet por suspeitos do crime. Ainda assim, supostas fotos da vítima em situações constrangedoras continuaram sendo espalhadas numa clara tentativa de desqualificar e culpar a adolescente. A discussão sobre a culpa da jovem em relação à violência sofrida na internet e nas ruas mostrou o desconhecimento de muitos brasileiros sobre o Código Penal brasileiro – que determina que o consentimento dos envolvidos é uma condição absoluta para o sexo. O primeiro delegado a cuidar do caso, Alessandro Thiers, da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática, foi afastado da investigação após denúncias de que teria constrangido a vítima durante o depoimento ao perguntar se ela tinha o hábito de fazer sexo grupal. A proteção que elas querem “Muito antes da castração química, do armamento da população, de penas mais severas para os agressores, queremos ser ouvidas”, diz o manifesto A Proteção que Queremos, divulgado na última quinta-feira (2) pelo Comitê Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes, Artemis, Childhood Brasil e Think Olga. O texto destaca que vítimas de estupro no Brasil hoje tem “muito pouca ou quase nenhuma chance de ver seu agressor ser punido pelo que fez. Seja pela vergonha erroneamente direcionada à vítima que a impede de fazer uma denúncia ou pela notável inabilidade da polícia e do judiciário em lidar com crimes dessa natureza”. O manifesto avalia que o Estado tem falhado ao lidar com o problema e que os órgãos e as instituições que recebem as vítimas de violência sexual, como polícia, médicos legais, ainda não responsabiliza os culpados, e sim as vítimas. “As convicções pessoais de agentes públicos têm sido a principal barreira enfrentada pelas [&#8230;]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://memorialdh.sites.ufsc.br/educacao-e-a-chave-para-combate-a-cultura-do-estupro-diz-feminista/">Educação é a chave para combate à cultura do estupro, diz feminista</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="http://memorialdh.sites.ufsc.br">Memorial dos Direitos Humanos</a>.</p>
]]></description>
		<wfw:commentRss>http://memorialdh.sites.ufsc.br/educacao-e-a-chave-para-combate-a-cultura-do-estupro-diz-feminista/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Nota de Dom Hélder Câmara sobre calunia de Rede Globo</title>
		<link>http://memorialdh.sites.ufsc.br/nota-de-dom-helder-camara-sobre-calunia-de-rede-globo/</link>
		<comments>http://memorialdh.sites.ufsc.br/nota-de-dom-helder-camara-sobre-calunia-de-rede-globo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 May 2016 17:54:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://memorialdh.sites.ufsc.br/?p=2290</guid>
		<description><![CDATA[<p>No período da ditadura, a Rede Globo negava a existência de tortura no Brasil e acusou o arcebispo de Recife e Olinda, Dom Helder Câmara de estar mentindo a campanha de denúncia que o religioso fazia no Brasil e no exterior. Em Nota Pública, dom Helder classificou as matérias da Globo de &#8220;infâmias torpissimas” Link para acesso do documento: http://www.documentosrevelados.com.br/wp-content/uploads/2016/05/dom-helder-globo.pdf DECLARAÇÃO PESSOAL DE DOM HÉLDER CÂMARA O público numeroso, que acompanha as novelas pelo Canal 2 desta Cidade viu, na 2ª feira 24 de , agosto p.p., a novela Irmãos Coragem» ser retardada para uma informação da maior importância gravidade. Surgiu, então, um video-tape, que a Cadeia Nacional da TV Globo difundiu por todo o País. Nele, o Sr. Amaral Neto conversa com um jovem que se identifica como Oficial do Exército; e afirma ter sido torturado e, inclusive, suspenso em uma cruz; e declara que as torturas lhe foram infligidas pelo Exército Brasileiro, como exercício de Operação anti-guerrilhas. O entrevistador faz, então, declarações gravíssimas: diz que várias Revistas estrangeiras divulgaram a fotografias do Oficial torturado, como prova de que há torturas em nosso País e afirma que eu fiz o mesmo. Como prova, exibiu montagem fotográfica em que apareço paramentado para a Missa e apontando na direção do Oficial pregado na cruz. Como se trata de infâmia torpíssima, faço um apelo à dignidade da TV Globo para que me faculte – no mesmo horário, no mesmo programa, com igual espaço de tempo e em amplitude nacional – oportunidade de defesa. Explicarei, então, porque, em Paris, a 26 de maio p.p., me decidi, em consciência e pela primeira vez, a denunciar torturas em nosso País: torturas, cuja existência, simultaneamente, eram denunciadas pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil; torturas que infelizmente continuam, conforme denuncia de Bispos e Clero do Maranhão, quanto a um sacerdote de São. Luís. Claro que respondo, plenamente, pelas afirmações que fiz .Mas tornarei patente o expediente vil, a calúnia grosseira, assacada contra mim. Trata-se, aliás, de episódio dentro da Campanha nacional de tentativa de desmoralizar-me. Em breve, responderei, de modo objetivo, às principais acusações que me são feitas, inclusive quanto ao financiamento de minhas viagens ao exterior. Seria o caso, aliás, de perguntar: quem dirige e financia a investida difamatória, que cobre todos os grandes centros do País? E por que, se estamos em democracia, não assegurar ao acusado o direito natural de defesa, com oportunidades iguais ? Atingindo o Canal 2, diretamente, a minha família espiritual, os meus Diocesanos, encareço à Direção da TY Jornal do Comércio me seja facultada igual oportunidade de defesa e de esclarecimento. Seja-me permitido acrescentar que o Governo Colegiado e o Conselho Presbiterial são solidários ‘com esta minha atitude de exigir o direito natural de defesa, em face de uma calúnia que, indiretamente, atinge, com sua infâmia, a Arquidiocese inteira. Recife, 28 de agosto&#62; de 1970 t HÉLDER CAMARA Arcebispo de Olinda e Recife Esta declaração era devida à opinião pública que se tentou iludir na sua boa fé, com [&#8230;]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://memorialdh.sites.ufsc.br/nota-de-dom-helder-camara-sobre-calunia-de-rede-globo/">Nota de Dom Hélder Câmara sobre calunia de Rede Globo</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="http://memorialdh.sites.ufsc.br">Memorial dos Direitos Humanos</a>.</p>
]]></description>
		<wfw:commentRss>http://memorialdh.sites.ufsc.br/nota-de-dom-helder-camara-sobre-calunia-de-rede-globo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ato relembra tortura com fotos de presas políticas no antigo DOI-Codi</title>
		<link>http://memorialdh.sites.ufsc.br/ato-relembra-tortura-com-fotos-de-presas-politicas-no-antigo-doi-codi/</link>
		<comments>http://memorialdh.sites.ufsc.br/ato-relembra-tortura-com-fotos-de-presas-politicas-no-antigo-doi-codi/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 03 May 2016 17:52:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://memorialdh.sites.ufsc.br/?p=2282</guid>
		<description><![CDATA[<p>Imagens de mulheres presas e torturadas na ditadura militar tremulavam em um varal improvisado entre árvores, enquanto jovens recrutas deixavam o 1º Batalhão de Polícia do Exército na manhã de hoje (2). Na Rua Barão de Mesquita, no Rio de Janeiro, por onde os jovens saiam, sobreviventes da tortura e feministas fizeram uma instalação em memória das vítimas da violência do regime. O 1º Batalhão abrigou o Destacamento de Operações de Informações &#8211; Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-Codi), centro da tortura no Rio. O ato também lembrou a morte de Luana Barbosa dos Reis, em abril deste ano, depois de ter sido espancada pela Polícia Militar, em São Paulo. Para as ativistas, a tortura nos dias de hoje é herança da ditadura. A ação de hoje é uma resposta ao deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ), que no dia da votação da admissibilidade do impeachment da presidenta Dilma Rousseff na Câmara fez uma saudação ao coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, um dos maiores torturadores da ditadura militar brasileira. “A ideia é falar das mulheres perseguidas, torturadas e mortas, justamente para mostrar indignação e fazer um contraponto ao deputado, em memória dessas mulheres e de Luana Barbosa – morta e torturada pela PM de SP”, disse uma das organizadoras do ato, Paola Bettamio, integrante da Marcha Mundial de Mulheres. “Apesar da diferença anacrônica entre a ditadura e o que acontece hoje, a polícia e a tortura são resquícios do mesmo passado”, acrescentou. O caso de Luana veio a público depois da divulgação de um vídeo gravado pelos familiares em que ela relata socos, pontapés e ameaças assim que foi liberada pela Polícia Militar. Ela morreu cinco dias depois, em decorrência de uma isquemia cerebral causada por traumatismo craniano. Três PMs são investigados sob suspeitas do espancamento. Tortura no DOI-Codi Durante o ato, a ex-presa política Ana Bursztyn-Miranda, que foi torturada nos porões 1º Batalhão, quando teve até um jacaré colocado sobre seu corpo nu, disse que as mulheres, no cárcere, ainda são subjugadas e humilhadas, como naquela época. “Os subordinados te xingam o tempo todo, te humilham o tempo todo, é um constrangimento à parte”. Assim como Ana, a historiadora Dulci Pandolfi foi espancada, recebeu choques elétricos com o corpo preso no pau de arara e também teve um jacaré colocado sobre seu corpo nas instalações do 1º Batalhão. Dulci chegou a ser usada em uma “aula de tortura”. Para que a violência não seja naturalizada e para se contrapor a homenagem a Ustra, as ativistas leram relatos de torturas, como o da ex-ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Eleonora Menicucci, que quase teve a filha de um ano e três meses violentada sob o aval do coronel. “Assisti a tortura de Luiz Eduardo Merlino, sendo torturada na cadeira do dragão e vi o coronel Ustra entrar na sala. Em outro momento que eu o vi, foi quando existia a ameaça de tortura de minha filha, de 1 ano e 3 meses. Ustra não só participava como autorizava [&#8230;]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://memorialdh.sites.ufsc.br/ato-relembra-tortura-com-fotos-de-presas-politicas-no-antigo-doi-codi/">Ato relembra tortura com fotos de presas políticas no antigo DOI-Codi</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="http://memorialdh.sites.ufsc.br">Memorial dos Direitos Humanos</a>.</p>
]]></description>
		<wfw:commentRss>http://memorialdh.sites.ufsc.br/ato-relembra-tortura-com-fotos-de-presas-politicas-no-antigo-doi-codi/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Relatório 2015 da Anistia Internacional</title>
		<link>http://memorialdh.sites.ufsc.br/relatorio-2015-da-anistia-internacional/</link>
		<comments>http://memorialdh.sites.ufsc.br/relatorio-2015-da-anistia-internacional/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 25 Feb 2016 17:04:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://memorialdh.sites.ufsc.br/?p=2275</guid>
		<description><![CDATA[<p>Importante checar o relatório da Anistia Internacional lançado nesta quarta-feira (24/02/2016), ‘O Estado dos Direitos Humanos no Mundo’, apresentando um balanço dos direitos humanos em mais de 160 países, dentre ele, o Brasil. “Milhões de pessoas estão sofrendo imensamente nas mãos de Estados e grupos armados, enquanto governos tratam a proteção aos direitos humanos como uma ameaça à segurança, ordem pública ou ‘valores’ nacionais”, declara Salil Shetty, Secretário-Geral da Anistia Internacional. Segue link do relatório em PDF: https://anistia.org.br/wp-content/uploads/2016/02/Informe2016_Final_Web-1.pdf</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://memorialdh.sites.ufsc.br/relatorio-2015-da-anistia-internacional/">Relatório 2015 da Anistia Internacional</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="http://memorialdh.sites.ufsc.br">Memorial dos Direitos Humanos</a>.</p>
]]></description>
		<wfw:commentRss>http://memorialdh.sites.ufsc.br/relatorio-2015-da-anistia-internacional/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Comissão Interamericana intima Brasil por violações de direitos de jovens infratores</title>
		<link>http://memorialdh.sites.ufsc.br/comissao-interamericana-intima-brasil-por-violacoes-de-direitos-de-jovens-infratores/</link>
		<comments>http://memorialdh.sites.ufsc.br/comissao-interamericana-intima-brasil-por-violacoes-de-direitos-de-jovens-infratores/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 27 Jan 2016 18:08:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://memorialdh.sites.ufsc.br/?p=2271</guid>
		<description><![CDATA[<p>Notificação inclui série de medidas cautelares para alterar funcionamento do sistema e garantir que ele respeite os direitos humanos e reintegre menores à sociedade. A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) notificou o Estado brasileiro por violações aos direitos dos adolescentes privados de liberdade no sistema socioeducativo cearense. A notificação foi feita no dia 19 de janeiro e Brasil tem até 15 dias para se comprometer e dar uma resposta aos fatos apontados pela comissão. A denúncia à CIDH partiu de organizações sociais que relatam graves e recorrentes violações de direitos humanos no estado. Essa situação levou à morte de um adolescente em novembro de 2015. “O sistema socioeducativo no Ceará já vivia em crise há muito tempo. O direito à educação e saúde é violado. Há uma superlotação de 400% em algumas casas. Todo esse processo teve um colapso em 2015. Tivemos mais de 60 rebeliões nas unidades, nem no sistema carcerário temos isso, além de 250 fugas e um adolescente morto”, diz Mara Carneiro, da coordenação do Centro de Defesa da Criança e do Adolescente do Ceará (Cedeca Ceará). Segundo Rodrigo Deodato, da coordenação da Associação Nacional dos Centros de Defesa da Criança e do Adolescente (Anced), a situação denunciada no Ceará é a mesma em muitos outros estados do país. “O Ceará retrata muito bem o desrespeito aos direitos humanos que impera no sistema socioeducativo. Realizamos visitas nas unidades de 12 estados mais o Distrito Federal, e as situações são das mais aterradoras: casos de mortes, torturas, tratamentos desumanos, cruéis, degradantes, totalmente afastada de qualquer tipo de possibilidade de uma socioeducação nos termos previstos pela legislação”. Dentre as medidas que o CIDH exige do estado brasileiro, estão a salvaguarda da vida e integridade dos adolescentes, condições adequadas em termos de infraestrutura, pessoal, higiene, alimentação, saúde, tratemento médico e que sejam implantados programas socioeducativos para reintegrar os adolescentes à sociedade. “No âmbito do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), há todas as propostas específicas quando um adolescente comete ato análogo a crime. No geral, o que temos observado é que os pontos relacionados à educação e acesso à direitos nas unidades não têm sido garantidos. A cultura punitiva é muito forte. Se trabalha com a visão policialesca e o uso da prática da tortura como uma &#8216;ferramenta pedagógica&#8217; dentro das unidades, o que é um absurdo e uma constante real prática de violação dos direitos humanos”, analisa Deodato. Para Mara, esses abusos vão continuar enquanto a lógica for de punir ao invés de tentar reintegrar os jovens. “Não se acredita que os adolescentes estão lá para ser transformados, por isso há violência e torturas como algo natural que deve ser feito para &#8216;punir&#8217; por seus atos. Mas como ensino um adolescente a parar de ser violento se tudo que faço com ele é violência? A política socioeducativa é fundamental, é boa para o adolescente, ajuda ele a sair dessa situação de cometedor de delitos e acaba com esse pensamento de fazer justiça com as próprias mãos”. Outros [&#8230;]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://memorialdh.sites.ufsc.br/comissao-interamericana-intima-brasil-por-violacoes-de-direitos-de-jovens-infratores/">Comissão Interamericana intima Brasil por violações de direitos de jovens infratores</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="http://memorialdh.sites.ufsc.br">Memorial dos Direitos Humanos</a>.</p>
]]></description>
		<wfw:commentRss>http://memorialdh.sites.ufsc.br/comissao-interamericana-intima-brasil-por-violacoes-de-direitos-de-jovens-infratores/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Revista desmente 10 mitos da ditadura civil-militar</title>
		<link>http://memorialdh.sites.ufsc.br/revista-desmente-10-mitos-da-ditadura-civil-militar/</link>
		<comments>http://memorialdh.sites.ufsc.br/revista-desmente-10-mitos-da-ditadura-civil-militar/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 04 Jan 2016 18:41:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://memorialdh.sites.ufsc.br/?p=2267</guid>
		<description><![CDATA[<p>De maneira didática, a revista Super Interessante publicou esses 10 itens, desmascarando as principais mentiras contadas há décadas pela velha mídia sobre o que foi o regime autoritário cívico militar de 1964-1985. Em 1964, um golpe de estado que derrubou o presidente João Goulart e instaurou uma ditadura no Brasil. O regime autoritário militar durou até 1985. Censura, exílio, repressão policial, tortura, mortes e “desaparecimentos” eram expedientes comuns nesses “anos de chumbo”. Porém, apesar de toda documentação e testemunhos que provam os crimes cometidos durante o Estado de exceção, tem gente que acha que naquela época “o Brasil era melhor”. Mas pesquisas da época – algumas divulgados só agora, graças à Comissão Nacional da Verdade – revelam que o período não trouxe tantas vantagens para o país. Nas últimas semanas, recebemos muitos comentários saudosistas em relação à ditadura na página da SUPER no Facebook. Em uma época em que não é incomum ver gente clamando pela volta do regime e a por uma nova intervenção militar no país, decidimos falar dos mitos sobre a ditadura em que muita gente acredita. 1. “A ditadura no Brasil foi branda” Pois bem, vamos lá. Há quem diga que a ditadura brasileira teria sido “mais branda” e “menos violenta” que outros regimes latino-americanos. Países como Argentina e Chile, por exemplo, teriam sofrido muito mais em “mãos militares”. De fato, a ditadura nesses países também foi sanguinária. Mas repare bem: também foi. Afinal,direitos fundamentais do ser humano eram constantemente violados por aqui: torturas e assassinatos de presos políticos – e até mesmo de crianças – eram comuns nos “porões do regime”. Esses crimes contra a humanidade, hoje, já são admitidos até mesmo pelos militares (veja aqui e aqui). Para quem, mesmo assim, acha que foi “suave” a repressão, um estudo do governo federal analisou relatórios e propõe triplicar a lista oficial de mortos e desaparecidos políticos vítimas da ditadura militar. Ou seja: de 357 mortos e desaparecidos com relação direta ou indireta com a repressão da ditadura (segundo a lista da Secretaria de Direitos Humanos), o número pode saltar para 957 mortos. 2. “Tínhamos educação de qualidade” Naquele época, o “livre-pensar” não era, digamos, uma prioridadepara o regime. Havia um intenso controle sobre informações e ideologia – o que engessava o currículo – e as disciplinas de filosofia e sociologia foram substituídas por Educação, Moral e Cívica e por OSPB (Organização Social e Política Brasileira, uma matéria obrigatória em todas as escolas do país, destinada à transmissão da ideologia do regime autoritário). Segundo o estudo “Mapa do Analfabetismo no Brasil”, do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), do Ministério da Educação, o Mobral (Movimento Brasileiro para Alfabetização) fracassou. O Mobral era uma resposta do regime militar ao método do educador Paulo Freire – considerado subversivo -, empregado, já naquela época, com sucesso no mundo todo. Mas os problemas não paravam por aí: com o baixo índice de investimento na escola pública, as unidades privadas prosperaram. E faturaram também. Esse “sucateamento” também chegou às [&#8230;]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://memorialdh.sites.ufsc.br/revista-desmente-10-mitos-da-ditadura-civil-militar/">Revista desmente 10 mitos da ditadura civil-militar</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="http://memorialdh.sites.ufsc.br">Memorial dos Direitos Humanos</a>.</p>
]]></description>
		<wfw:commentRss>http://memorialdh.sites.ufsc.br/revista-desmente-10-mitos-da-ditadura-civil-militar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>UFRJ revoga título de Médici e avalia concedê-lo a estudante morto na ditadura</title>
		<link>http://memorialdh.sites.ufsc.br/ufrj-revoga-titulo-de-medici-e-avalia-concede-lo-a-estudante-morto-na-ditadura/</link>
		<comments>http://memorialdh.sites.ufsc.br/ufrj-revoga-titulo-de-medici-e-avalia-concede-lo-a-estudante-morto-na-ditadura/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 04 Jan 2016 18:15:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://memorialdh.sites.ufsc.br/?p=2264</guid>
		<description><![CDATA[<p>A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) revogou hoje (10) o título honorário concedido a Emilio Garrastazu Médici, no período em que foi presidente do Brasil (1969-1974), durante a ditadura militar. Sob aplausos, a decisão foi aprovada pelo Conselho Universitário na data em que se comemora o Dia Internacional da Declaração dos Direitos Humanos. A revogação do título de Médici contou com apoio dos estudantes, que fizeram um ato, pintando suas roupas e rostos de vermelho e preto, para lembrar os assassinatos e desaparecimentos de pessoas ligadas à universidade. Entre eles, está o do estudante de engenharia Mário Prata, que dá nome ao Diretório Central do Estudantes; de Stuart Angel, da faculdade de economia, e do professor Lincoln Bicalho Roque, do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da universidade. Segundo a relatora do processo na Comissão de Memória e Verdade na UFRJ, a professora Lilia Pougy, pelo menos 26 alunos ou professores morreram ou desapareceram somente sob a gestão de Médici. &#8220;Nesta lista comparecem 20 homens e seis mulheres de variadas unidades acadêmicas e centros universitários de diferentes áreas que perderam a vida em razão do seu engajamento político na transformação da sociedade&#8221;, afirmou Lilia. &#8220;[Eles] ousaram defender a democracia, a cidadania reagindo contra o árbitro do governo militar&#8221;, completou. Médici havia recebido o título honorário da UFRJ em 1972, quando ainda era presidente da República. No mesmo período, um ginásio da faculdade de educação física, sob a gestão da nadadora Maria Lenk, foi batizado com o nome do general. A homenagem também foi retirada esta semana. A universidade decidiu também avaliar a concessão de título honorário ao estudante Mário Prata, morto quando tinha 26 anos. A Comissão de Emissão de Títulos da instituição elaborará, nos próximos meses, um dossiê sobre o jovem estudante, na época militante do Movimento Revolucionário 8 de outubro (MR-8). Mário Prata foi morto após interrogatório, sob tortura, junto com a companheira, Marilena Pinto. De acordo com o reitor Roberto Leher, as decisões demonstram coragem da universidade em recontar sua história. Segundo ele, o país ainda sofre reflexos da ditadura, como a desigualdade social e a violência policial e militar “fora de qualquer padrão civilizatório”, além da ameaça da volta de ideologias fascistas, que preocupam em todo o mundo. “Quando setores no Brasil reivindicam a volta do regime militar, supondo que este foi um período de crescimento econômico e integração social, estão propagando uma ideologia vazia de lastro histórico. [A ditadura] foi um período marcado por forte arrocho salarial, imensa violência e regressão social. O país não pode esquecer o que aconteceu”, afirmou Leher. Durante discurso emocionado no conselho, o professor Carlos Vainer, que foi um dos alunos da UFRJ perseguidos na ditadura, disse que a revogação do título de Médici não anula a “herança perversa” da ditadura, mas concede reparação moral às vítimas. “As lágrimas derramadas pelos jovens torturados, desaparecidos e mortos nos ajudam a limpar esse panteão [da universidade]. Não somos capazes de fazer o que seria mais justo, fazer com quem voltassem [&#8230;]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://memorialdh.sites.ufsc.br/ufrj-revoga-titulo-de-medici-e-avalia-concede-lo-a-estudante-morto-na-ditadura/">UFRJ revoga título de Médici e avalia concedê-lo a estudante morto na ditadura</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="http://memorialdh.sites.ufsc.br">Memorial dos Direitos Humanos</a>.</p>
]]></description>
		<wfw:commentRss>http://memorialdh.sites.ufsc.br/ufrj-revoga-titulo-de-medici-e-avalia-concede-lo-a-estudante-morto-na-ditadura/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>LANÇAMENTO: EDITORIA EM DEBATE</title>
		<link>http://memorialdh.sites.ufsc.br/lancamento-editoria-em-debate/</link>
		<comments>http://memorialdh.sites.ufsc.br/lancamento-editoria-em-debate/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 Dec 2015 13:08:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://memorialdh.sites.ufsc.br/?p=2260</guid>
		<description><![CDATA[<p>CONVITE Convidamos V.Sa. para participar dos lançamentos de 2015 da Editoria Em Debate do Laboratório de Sociologia do Trabalho (LASTRO) da UFSC em convênio com Middlebury College (EUA). O evento acontecerá no dia 10/12/2015 (quinta-feira), às 19:00h, no miniauditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH). Neste evento, serão lançados 8 livros e mais duas Edições (nº 11 e 12) da Revista Eletrônica Em Debate. Haverá, também, lançamento da exposição de imagens de Paulo Ito (artista plástico de São Paulo) na Galeria Virtual da Editora. Contaremos com a apresentação de um recital entre amigos: Ismael Trajano (Violão solo) da Museologia, Brenda Maffei (Voz) do Direito, e Marcelo Cigales (Pandeiro) da Sociologia Política. Os/as autores/as estarão presentes. Os temas abordados nos livros deixam transparecer o crivo da crítica dos/as autores/as que apresentam suas contribuições ao pensamento crítico, necessário para se investigar a particularidade da realidade social no sistema capitalista. Os Editores. Prof. Dr. Ricardo Gaspar Müller Coordenador do LASTRO/CFH/UFSC e Editoria Em Debate Mais informações em: http://www.editoriaemdebate.ufsc.br/</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://memorialdh.sites.ufsc.br/lancamento-editoria-em-debate/">LANÇAMENTO: EDITORIA EM DEBATE</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="http://memorialdh.sites.ufsc.br">Memorial dos Direitos Humanos</a>.</p>
]]></description>
		<wfw:commentRss>http://memorialdh.sites.ufsc.br/lancamento-editoria-em-debate/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ditador Médici guardou em casa provas de tortura</title>
		<link>http://memorialdh.sites.ufsc.br/ditador-medici-guardou-em-casa-provas-de-tortura-2/</link>
		<comments>http://memorialdh.sites.ufsc.br/ditador-medici-guardou-em-casa-provas-de-tortura-2/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Nov 2015 15:46:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://memorialdh.sites.ufsc.br/?p=2252</guid>
		<description><![CDATA[<p>Comissão da Verdade do Rio encontra prontuários médicos de presos no arquivo do ex-presidente Durante décadas a cúpula do governo militar negou a prática de tortura contra presos políticos na ditadura. Não importavam as denúncias das famílias, as marcas ou sequelas das vítimas. Quase 30 anos após o fim do regime, surgem agora as primeiras provas documentais de que no auge da repressão política — 1970 — o próprio general e então presidente da República Emílio Garrastazu Médici sabia em detalhes sobre a violência dos quartéis e suas consequências físicas e psicológicas. Médici guardou até a morte, em meio a 32 caixas de manuscritos, um caderno de capa de couro preta com o nome do ex-presidente timbrado em letras douradas na frente. Dentro, a revelação: três prontuários médicos de presas políticas atendidas no Hospital Central do Exército (HCE). São elas: Dalva Bonet,Francisca Abigail Paranhos, além dos documentos de Vera Sílvia Magalhães — conhecida por sua participação no sequestro do embaixador americano Charles Elbrick. O arquivo pessoal de Médici, doado pela família há 10 anos, integra o acervo do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB) e foi disponibilizado para pesquisa da Comissão da Verdade do Rio, que localizou os prontuários. “Quanto mais temos acesso aos documentos, confirmamos que a cadeia de comando das torturas e desaparecimentos começava no Palácio do Planalto”, afirma Wadih Damous, presidente da CEV-Rio. Cópias dos documentos serão entregues às famílias em audiência pública na próxima terça-feira. O prontuário de Vera Sílvia detalha cada medicamento utilizado por ela durante os dois períodos de internação registrados. Presa em 6 de março de 1970, ela chegou pela primeira vez ao HCE transferida do Hospital Souza Aguiar no dia seguinte devido a um “traumatismo craniano encefálico por projétil de arma de fogo”. Tratada na unidade, ela foi liberada dias depois para interrogatório no DOI-Codi. Em 18 de maio foi internada novamente, e a descrição do quadro dá a medida do sofrimento de Vera. “Paciente acentuadamente desnutrida, subfebril. O exame neurológico acusa sensível diminuição da força muscular nos membros inferiores&#8230;há acentuada hipertrofia muscular nos membros inferiores”, registra o prontuário. O diagnóstico, porém, foi de que ela estava com uma paralisia nas pernas devido a razões psicológicas. O médico legista Levi Inima, que auxilia a pesquisa da CEV-Rio, disse que a avaliação é “falsa”. “As alterações em termos de hipotrofia muscular demonstram a tortura em pau de arara. Ela estava bastante desnutrida, o que mostra os maus-tratos”, explicou. Vera deixou o Brasil em junho de 1970, trocada pelo embaixador alemão. Ela retornou após a anistia e morreu devido a um câncer em 2007. Choque elétrico provocou crises convulsivas Ao saber que seu prontuário médico fazia parte do arquivo pessoal do presidente Médici, a tradutora Maria Dalva Bonet, 68 anos, olha para alto e respira fundo. “Vou precisar de um tempo para poder falar sobre isso. É inacreditável”, desabafa Dalva. Militante do Partido Comunista Revolucionário Brasileiro (PCBR), ela diz que foi presa no fim de janeiro de 1970 junto com a amiga inseparável, Abigail. [&#8230;]</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://memorialdh.sites.ufsc.br/ditador-medici-guardou-em-casa-provas-de-tortura-2/">Ditador Médici guardou em casa provas de tortura</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="http://memorialdh.sites.ufsc.br">Memorial dos Direitos Humanos</a>.</p>
]]></description>
		<wfw:commentRss>http://memorialdh.sites.ufsc.br/ditador-medici-guardou-em-casa-provas-de-tortura-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
