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	<title>Memorial dos Direitos Humanos &#187; memória</title>
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		<title>Desmontando farsas</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Mar 2014 15:02:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Episódios desonrosos cuja memória os militares tentam apagar voltam à tona, como tem acontecido ultimamente.</p>
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		<title>Eleição em colégio decide substituir nome de Médici por Marighela</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Feb 2014 12:39:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Os alunos, ex-alunos, professores e pais do Colégio Estadual Presidente Emílio Garrastazu Médici, localizado no bairro do Stiep, em Salvador, realizaram uma eleição para promover a mudança do nome da instituição, que homenageia um ex-presidente da ditadura militar. Em uma votação realizada na última terça-feira (10/12), a comunidade escolar decidiu por substituir o nome para Carlos Marighella.</p>
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		<title>Após 49 anos, Congresso anula sessão que afastou Jango da Presidência</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Nov 2013 16:43:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>O Congresso Nacional aprovou na madrugada desta quinta-feira (21) um projeto que anula a sessão realizada pela Casa no dia 2 de abril de 1964, que declarou vaga a Presidência da República exercida na época pelo presidente João Goulart, o Jango (1919-1976), viabilizando o reconhecimento do novo governo militar (1964-1985). Deputados e senadores vão fazer uma cerimônia para proclamar a nulidade da sessão. A proposta foi apresentada pelos senadores Pedro Simon (PMDB-RS) e Randolfe Rodrigues (PSOL-AL) A sessão do Congresso de 1964 foi realizada de madrugada e, por decisão do então presidente do Congresso, Auro de Moura Andrade, a vacância foi declarada. No pedido, os dois senadores afirmam que a anulação faz um &#8220;resgate histórico&#8221; porque a vacância permitiu o golpe militar de 1964, embora Jango estivesse em Porto Alegre (RS) em solo brasileiro. A ideia, de acordo com os parlamentares, seria retirar qualquer &#8220;ar de legalidade&#8221; do golpe militar de 1964. &#8220;Fica claro que o ato do Presidente do Congresso Nacional, além de sabidamente inconstitucional, serviu para dar ao golpe ares de legitimidade&#8221;, afirmam os senadores na justificativa do projeto. Simon e Randolfe afirmaram que, depois de 49 anos da sessão, o Congresso &#8220;repudia de forma veemente a importante contribuição ao golpe dada pelo então presidente do Legislativo&#8221;. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse que o Congresso estava reparando essa mancha na história do Brasil. &#8220;É uma desculpa histórica&#8221;. Em discurso, Simon disse que a proposta não pretende reescrever os fastos. &#8220;Não vamos reconstituir os fatos. A história apenas vai dizer que, naquele dia, o presidente do Congresso usurpou a vontade popular de maneira estúpida e ridícula, depondo o presidente da República&#8221;, disse. Um dos principais defensores da ditadura militar, o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) foi voz praticamente isolada contra a medida e disse que a proposta era irregular pois estavam querendo&#8221;tocar fogo&#8221; no Diário do Congresso Nacional. &#8220;Querem apagar um fato histórico de modo infantil. Isso é mais do que stalinismo, quando se apagavam fotografias, querem apagar o Diário do Congresso&#8221;. A votação foi acompanhada por João Vicente Goulart, filho do ex-presidente. O texto foi aprovado aos gritos de &#8220;Viva o Brasil&#8221;, &#8220;Viva democracia&#8221; e &#8220;Viva Jango&#8221;. Com o objetivo de verificar as causas da morte de Jango, o corpo do ex-presidente foi exumado, na semana passada, no cemitério da cidade gaúcha de São Borja, na fronteira com a Argentina. A família e o governo suspeitam que Jango teria sido envenenado durante seu exílio na Argentina. Na época, não houve autópsia. De São Borja, os restos mortais foram trazidos a Brasília e recebido com honras de chefe de Estado pela presidente Dilma Rousseff. A perícia será feita no DF e amostras serão enviadas para análise em laboratórios no exterior. A intenção é voltar a homenageá-lo novamente em 6 de dezembro, dia em que a morte completará 37 anos e o corpo deverá voltar a São Borja (a 581 km de Porto Alegre), na fronteira com a Argentina. &#160; Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/poder/2013/11/1374374-apos-49-anos-congresso-anula-sessao-que-afastou-jango-da-presidencia.shtml</p>
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		<title>Tendências/Debates: As presenças de Severo</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Oct 2012 13:00:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Publicado no jornal “Folha de S. Paulo”: http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/1168270-tendenciasdebates-as-presencas-de-severo.shtml Por Paulo Sérgio Pinheiro “Tinha este dom, o Severo: nele os extremos se tocavam, cessavam os contrastes. A boêmia e a disciplina. O empenho no que fazia e o à-vontade no que sabia de graça” (Otto Lara Rezende, em “A sua vida continua”, na Folha de 16 de outubro de 1992). Nesses dias em que a Comissão Nacional da Verdade começa a desvendar os crimes dos agentes de Estado na ditadura militar, ganham sentido as denúncias de tortura que Severo Gomes, ministro no governo Geisel, levava corajosamente ao centro de governo. Agora que se refazem os rastros do financiamento das equipes de torturadores pelos grandes industriais paulistas, entre os raríssimos que não contribuíram estão José Mindlin e Severo Gomes. Mas os protetores dos algozes jamais irão perdoar Severo, e a sua queda do ministério se dá justamente no contexto de uma provocação armada por eles. Liberal num governo autoritário, apoiou a realização na Universidade de Brasília da reunião de 1976 da SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência), uma das gigantescas assembleias pela democracia das quais sempre participava. Uma pesquisa sobre história da industrialização em São Paulo, em convênio com a Unicamp, chega até a mesa do general Geisel, que o chama para explicar o que o Ministério da Indústria e Comércio tinha a ver com aquilo. Severo explicou: “Presidente, como estudar a indústria sem tratar da história dos operários?”. O convênio serviu para consolidar ali o Arquivo de História Social Edgard Leuenroth, o maior do continente hoje. Dali saiu o belíssimo filme de Lauro Escorel, “Os Libertários”. Lembro-me da projeção do copião no apartamento de Severo, emocionado. Severo se inquietava com a situação das prisões no Brasil, 90 mil presos submetidos à superpopulação e a condições inumanas –hoje são 515 mil detentos, a quarta maior população carcerária do mundo, depois dos EUA, da China e da Rússia. Em 1983, Severo, já na oposição, convoca um grupo de amigos –Fernando Millan, Hélio Bicudo, José Gregori, Antonio Candido (seu antigo mestre que admirava) e outros– para visitar o manicômio de Franco da Rocha, onde pacientes foram massacrados pela polícia militar. O grupo viria a ser Comissão Teotônio Vilela de direitos humanos, que comemora agora 29 anos. Severo, no Senado, dedicou-se aos temas da transição política e do Estado de Direito. Na Constituinte, foi um dos relatores do artigo 5º da Constituição de 1988, que trata dos direitos individuais. Ali defendeu os direitos dos afrodescendentes, organizando o primeiro seminário sobre racismo na história do Senado Federal. Defendeu arduamente os povos indígenas, junto com a comissão pela criação do Parque Yanomami. Nos seus discursos clamava pela redistribuição da renda e da riqueza, denunciando a falta de recursos para enfrentar os problemas sociais. A cena embaçada em um filme, naquele 12 de outubro, há vinte anos, foi a última. Em um fim de tarde cinzenta em Angra dos Reis, Maria Henriqueta, sua mulher, sobe a escada de um helicóptero, onde já estavam Ulysses Guimarães e [&#8230;]</p>
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		<title>Os velhinhos assassinos</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Sep 2012 15:39:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Ex-torturadores e seus defensores tentam se valer da idade avançada de alguns para evitar condenações e escrachos públicos. O jornalista Urariano Mota rebate esses argumentos em um artigo que apela à memória histórica e à necessidade de punição para os assassinos de ontem e de hoje.</p>
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		<title>MANIFESTO DE TRÊS PASSOS-RS</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Sep 2012 20:29:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Ex-presos políticos, familiares de vítimas da ditadura, representantes de movimentos sociais, militantes partidários e demais lutadoras e lutadores sociais, com a presença de militantes do Comitê Popular Memória, Verdade e Justiça do RS, reúniram-se em Três Passos, neste 28 de agosto de 2012, para denunciar publicamente o terror e as violações impostas pelos agentes da ditadura contra militantes e moradores da Região.</p>
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		<title>Convite: &#8220;Relatos da Ditadura&#8221; &#8211; 28/08</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Aug 2012 13:11:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Data: 28 agosto de 2012 - terça-feira<br />
Horário: 19h<br />
Local: Auditório da OAB/SC - Rua Paschoal Apóstolo Pitsica, 4860 - Agronômica - Florianópolis/SC<br />
Realização: Comissão da Verdade da OAB/SC</p>
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		<title>Criado o Coletivo Memória, Verdade e Justica: João Batista Rita, em Criciúma</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Aug 2012 11:31:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>O lançamento oficial do Coletivo Memória, Verdade e Justiça: João Batista Rita ocorreu em Criciúma nos dias  9 e 10 de agosto de 2012,  com palestras, exibição de filme e noite de autógrafos.</p>
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		<title>Eugenio Sales: o cardeal da ditadura</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jul 2012 12:29:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Segundo Hildegard Angel, dom Eugênio "fechou os olhos às maldades cometidas durante a ditadura, fechando seus ouvidos e os portões do Sumaré aos familiares dos jovens ditos "subversivos" que lá iam levar suas súplicas, como fez com minha mãe Zuzu Angel (e isso está documentado)".</p>
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		<title>Neta de torturada faz apelo à Comissão Nacional da Verdade</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jun 2012 02:23:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>"Minha necessidade não é a de saber nas profundezas de que mares o corpo de minha avó foi parar, minha necessidade de familiar de uma desaparecida política e de cidadã é que o povo saiba o que aconteceu"</p>
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